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”ESTAMOS CUMPRINDO A MISSÃO DE AJUDAR QUEM MAIS PRECISA”, AFIRMA DANIEL PINHEIRO

_Presidente do Instituto Jovens do Futuro destaca impacto social da entrega de 800 óculos_


A entrega de 800 óculos realizada na tarde desta sexta-feira (27), na sede do Instituto Jovens do Futuro, na Chácara Itapiracó, foi marcada pelo sentimento de dever cumprido. Para o presidente da entidade, Daniel Pinheiro, a ação consolida o propósito para o qual o Jovens do Futuro foi criado.

“Estamos cumprindo a missão de ajudar quem mais precisa. O Instituto nasceu para servir e alcançar aqueles que muitas vezes não conseguem acesso a serviços básicos”, afirmou.

Daniel destacou que o custo médio de um óculos completo em São Luís, considerando armação e lentes com grau, pode variar entre R$ 300 e R$ 1.200, dependendo do modelo e do tipo de lente. Para grande parte dos idosos que vivem com renda limitada, muitas vezes restrita ao benefício previdenciário, esse valor se torna inacessível.

“Para quem vive com um salário mínimo, pagar por um óculos significa deixar de comprar remédio ou alimento. É por isso que essa ação tem tanto significado social”, ressaltou.

O presidente enfatizou ainda que todas as etapas foram realizadas dentro do próprio Instituto, desde as inscrições e triagens até as consultas oftalmológicas, aferição de grau, escolha das armações e acompanhamento da confecção das lentes, garantindo atendimento completo até a entrega.

Presente na ação, o idealizador do projeto, o deputado federal Ribeiro Neto (PRD) reforçou o alcance social da iniciativa. “Quando a política gera resultado concreto, ela cumpre sua função”, declarou. A deputada Daniella (PSD) também destacou a importância do projeto. “Cuidar da visão é cuidar da dignidade das pessoas”, afirmou.

Na ação, que contou com o apoio do Governo do Estado, também marcou presença a esposa do deputado, a advogada Ingrid Campos, que é madrinha da entidade.
Para ela, “a união entre iniciativa social e poder público amplia a capacidade de atendimento e fortalece o compromisso com a população mais vulnerável”.

A entrega reafirma o papel do Instituto Jovens do Futuro como instrumento de inclusão e cuidado social.

IRACEMA VALE REAFIRMA COMPROMISSO DO PARLAMENTO COM TRABALHADORES RURAIS E O DESENVOLVIMENTO DO CAMPO

A presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, deputada Iracema Vale (MDB), participou nesta quarta-feira (25), do Encontro Estadual de Sustentabilidade Político-Financeira promovido pela FETAEMA, com o tema “Organizar e Dialogar: Compromisso Coletivo faz a Luta Avançar!”.

A presidenta destacou a importância da organização das entidades representativas e da união de esforços entre instituições para garantir avanços concretos nas políticas públicas voltadas ao meio rural.

Durante o encontro, Iracema Vale reafirmou o compromisso do Parlamento Estadual com o diálogo permanente e a construção coletiva de soluções que promovam mais desenvolvimento, dignidade e oportunidades no campo.
O evento reuniu dirigentes de sindicatos filiados para fortalecer estratégias e ampliar o debate em torno das pautas que impactam diretamente os trabalhadores e trabalhadoras rurais agricultores familiares do Maranhão.

A mesa de diálogo foi coordenada pela presidenta da FETAEMA, Angela Silva, e contou com contribuições das diretoras da Federação, Nilvane dos Santos e Gersina Vieira Marques, além do secretário de Políticas Sociais da CONTAG, Erinaldo Lima.

INSTITUTO JOVENS DO FUTURO TRANSFORMA POLÍTICA EM AÇÃO CONCRETA

_A entidade, criada pelo deputado federal Ribeiro Neto, amplia cuidado com crianças atípicas em São Luís_

Em tempos de descrédito e ceticismo em relação aos detentores de cargo eletivo, experiências concretas mostram que é justamente por meio da atuação política responsável que mudanças reais acontecem. Quando há propósito e compromisso social, o exercício do mandato deixa de ser discurso e se torna instrumento efetivo de transformação.

Foi dessa compreensão que nasceu o Instituto Jovens do Futuro, idealizado pelo então vereador Ribeiro Neto (PRD), hoje deputado federal, ao lado de sua esposa, a advogada e acadêmica de medicina Ingrid Campos, e de um grupo de colaboradores.

A iniciativa surgiu das escutas nas comunidades e da constatação de que o poder público não consegue, sozinho, abarcar todas as demandas sociais. A partir dessa leitura da realidade, o projeto foi estruturado como um braço social permanente, com sede própria na Chácara Itapiracó e atuação em oito polos distribuídos pela Grande Ilha, atendendo atualmente mais de 1.500 pessoas.

A estrutura oferece um conjunto amplo de serviços. Na área esportiva, desenvolve atividades de taekwondo, jiu-jítsu, muay thai, karatê e capoeira, utilizando as artes marciais como ferramenta de disciplina, respeito, autocontrole e autoestima.

No campo do atendimento especializado para crianças atípicas, disponibiliza acompanhamento psicológico e psicoterápico, equoterapia e musicoterapia, promovendo autonomia, socialização, equilíbrio emocional e melhoria da qualidade de vida.

O trabalho também contempla assistência jurídica social gratuita para mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade, garantindo orientação, acolhimento e defesa de direitos. Na área educacional, oferece cursos profissionalizantes voltados à preparação para o mercado de trabalho e ao empreendedorismo jovem, além de laboratório de informática.

A infraestrutura inclui auditório climatizado com capacidade para 100 pessoas, destinado à realização de palestras, formações, oficinas e eventos comunitários.

A iniciativa conta ainda com parcerias institucionais importantes, incluindo apoio do Governo do Estado, além da colaboração do deputado federal Júnior Marreca(PRD) e da deputada estadual Daniella(PSB), fortalecendo a capacidade de expansão e continuidade das ações sociais.

Para o deputado federal Ribeiro Neto, a criação do projeto é consequência direta da vivência nas comunidades. “A política precisa ser instrumento de solução. Quando escutamos mães de crianças com TEA, jovens enfrentando depressão e famílias sem orientação, entendemos que não bastava apenas legislar. Era preciso agir”, explicou o deputado.

A participação de Ingrid Campos foi determinante na consolidação do modelo de atendimento. Advogada e acadêmica de medicina, ela contribuiu para estruturar a proposta com olhar técnico e humanizado, especialmente nas áreas de saúde mental e apoio às famílias. “O cuidado precisa ser completo. Não é apenas oferecer atendimento isolado, mas acolher a família, orientar e acompanhar de forma contínua. Quando a atuação é multidisciplinar, a transformação é concreta”, pontuou.

O impacto também é percebido por quem vivenciou essa transformação. Manoel de Oliveira começou como aluno e hoje atua na condição de colaborador de Muay Thai.
“Eu tinha aquela visão comum de que político só pensava em si. Mas convivendo e vendo o trabalho fora dos holofotes, percebi que existem pessoas que realmente querem trabalhar pela sociedade. O que mudou meu pensamento foi ver na prática. Hoje eu trabalho usando o esporte como ferramenta de inclusão. É gratificante contribuir com algo que realmente transforma vidas”, narrou Manuel, morador na Vila Conceição, que está abrindo um polo da entidade com o apoio do deputado.

Para o presidente do IJF, o bacharel em direito Daniel Pinheiro, o crescimento é resultado de compromisso coletivo e planejamento.
“O que nos move é a transformação real na vida das pessoas. Cada família atendida representa uma mudança concreta. Nosso compromisso é continuar ampliando esse impacto com responsabilidade e seriedade”, finalizou.

Mais do que um projeto social, o Instituto Jovens do Futuro consolida-se como demonstração de que atuação política responsável é aquela que escuta, articula parcerias e transforma necessidades em ação estruturada.

RIBEIRO NETO MANTÉM POSTURA FIRME E EQUILIBRADA NA CPMI do INSS

O deputado federal Ribeiro Neto (PRD) participou, na tarde desta segunda-feira (23), da sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A reunião foi marcada por clima tenso, questionamentos sobre a ausência do empresário Daniel Vorcaro, cuja presença se tornou facultativa após decisão do Supremo Tribunal Federal, e pelo depoimento de Ingrid Morais, que precisou de atendimento médico após se sentir mal durante a oitiva.

Ao longo da sessão, o deputado maranhense manteve atuação firme e ponderada, evidenciando desenvoltura nos debates, construída a partir da experiência adquirida durante seu mandato como vereador de São Luís. O parlamentar sustentou, que a proteção de aposentados e pensionistas eventualmente prejudicados por descontos irregulares deve ser prioridade, mantendo a investigação centrada na identificação dos responsáveis e na apuração completa dos fatos.

“Eu acompanho essa apuração com responsabilidade. Não vou me deixar influenciar por disputas políticas. O Brasil não pode carregar a imagem de país da impunidade. Se houver culpados, que respondam na forma da lei.”

Ao final, o deputado elogiou a condução dos trabalhos pelo presidente da comissão, Carlos Viana, destacando a importância de garantir equilíbrio, respeito ao devido processo legal e transparência ao longo das investigações.

IRACEMA VALE DESTINA EMENDA PARLAMENTAR PARA CRIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO DE FEMINICÍDIO NO MARANHÃO

Na tarde desta segunda-feira (23), a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (MDB), reuniu-se com representantes da Defensoria Pública do Estado do Maranhão para formalizar a destinação de emenda parlamentar que viabilizará a criação do Observatório de Feminicídio do Maranhão. Participaram do encontro o defensor-geral do Estado, Gabriel Furtado; a 1ª subdefensora pública-geral, Cristiane Marques; e os defensores públicos do Núcleo da Mulher, Isabella Miranda e Bruno Antônio.

Durante a reunião, foi ressaltado que o Maranhão registrou, em 2024, o segundo maior aumento percentual de feminicídios no país. Embora tenha sido observada redução de 27,5%, em 2025, nos casos consumados, as tentativas cresceram 60%, evidenciando o agravamento do cenário de violência contra a mulher.

“Esses números demonstram a necessidade de atuação responsável, técnica e estratégica. Não basta reagir; é fundamental prevenir. Hoje, cada instituição atua com seus próprios bancos de dados. O Observatório permitirá consolidar, compartilhar e transformar essas informações em políticas públicas mais eficazes”, ressaltou Iracema Vale.

Atualmente, o estado dispõe predominantemente de dados estatísticos quantitativos. Segundo a defensora Isabella Miranda, há lacunas na análise qualitativa das informações. “Sabemos quantas mulheres perdem a vida, mas ainda carecemos de dados sobre o contexto em que viviam, como: escolaridade, raça, renda, dependência econômica e acesso ao mercado de trabalho. A qualificação dessas informações é essencial para fortalecer a prevenção”, destacou.

*Proteção à mulher*

O Observatório será resultado de articulação institucional entre a Assembleia Legislativa e órgãos da rede de proteção à mulher, como a Defensoria Pública, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça e a Secretaria da Mulher. A iniciativa prevê a integração de boletins de ocorrência, processos judiciais, medidas protetivas e dados da rede de atendimento.

A Defensoria Pública ficará responsável pela coordenação técnica do projeto e pela prestação de contas da aplicação dos recursos oriundos da emenda parlamentar, assegurando transparência e efetividade. Para o defensor-geral Gabriel Furtado, a parceria representa um marco institucional. “Com dados consolidados e qualificados, será possível direcionar políticas públicas com maior precisão e embasamento técnico”, afirmou.

O Observatório de Feminicídio do Maranhão se propõe a ser uma ferramenta estratégica para subsidiar decisões, fortalecer ações preventivas e ampliar a proteção às mulheres. “O enfrentamento ao feminicídio exige integração, conhecimento técnico e compromisso permanente. Nosso mandato está comprometido em transformar informação em ação e ação em proteção efetiva”, concluiu a presidente da Alema, Iracema Vale.

ENTRE O PÚLPITO E O PALANQUE

Por *Itamargarethe Corrêa Lima* – Jornalista, radialista e advogada. Pós-graduada em Direito Tributário, Direito Penal e Processo Penal. Pós-graduanda em Direito Civil, Processo Civil e Docência do Ensino Superior.


No encontro de hoje, resolvi fazer uma reflexão crítica sobre a fusão entre política e religião como técnica de mobilização social e de conquista de poder. O ponto de partida está em um modelo que ganhou escala nos Estados Unidos e, ao longo do tempo, passou a influenciar linguagens, métodos e alianças em outros países, inclusive no Brasil, com consequências diretas para a qualidade do debate público e para a confiança social nas instituições religiosas.

Nos Estados Unidos, a aproximação entre fé e disputa eleitoral ganhou musculatura com a organização da direita religiosa no fim do século XX. Um marco histórico desse processo foi a Moral Majority, criada em 1979, que ajudou a transformar pautas morais em plataforma de mobilização e pressão sobre o sistema político.

O mecanismo central não foi a presença de religiosos na política, algo compatível com democracias plurais, mas a construção de uma gramática de pertencimento, na qual a identidade religiosa passa a operar, também, como cívica e eleitoral. Esse repertório não permaneceu restrito ao território norte-americano.

Pesquisas acadêmicas descrevem a disseminação de uma teologia política e de estratégias de mídia e mobilização para a América Latina e para o Brasil por meio de redes missionárias e de comunicação, desde as décadas de 1960 a 1980, com efeitos sobre a politização de grupos evangélicos no período de redemocratização.

Esse tipo de circulação favorece a importação de narrativas de guerra cultural, com forte apelo emocional e baixa tolerância ao dissenso. No Brasil, o fenômeno assumiu feições próprias.

O crescimento do peso político de igrejas e lideranças religiosas, somado à polarização e ao ambiente digital, tornou o uso público da fé um ativo político. Estudos e relatórios analíticos apontam como a relevância social e o poder político de igrejas evangélicas se tornaram particularmente visíveis, inclusive na relação com governos e agendas públicas.

Em paralelo, pesquisas recentes também analisam a instrumentalização da fé em disputas eleitorais brasileiras, descrevendo como símbolos, linguagem e autoridade religiosa passam a ser acionados como ferramenta de convencimento e alinhamento político. O ponto mais sensível aparece no paradoxo moral.

O discurso público costuma vir carregado de pureza, certo e errado, bem e mal, como se a política fosse um tribunal espiritual. Ao mesmo tempo, multiplicam-se casos graves envolvendo lideranças que assumem publicamente esse papel de guardiões da moral e, em privado, revelam condutas incompatíveis com o que pregam.

Esse padrão de contradição não é monopólio de um campo ideológico específico. Ele pode ser explorado por diferentes forças políticas, à direita ou à esquerda, sempre que a moral se torna um instrumento para obter poder, blindar aliados e deslegitimar adversários.

A pergunta inevitável é: por que isso acontece com tanta frequência? Uma hipótese sociológica consistente é que o moralismo, quando vira performance pública, tende a funcionar como mecanismo de compensação e controle.

Quanto mais frágil é a coerência interna, mais intensa pode se tornar a necessidade de sinalização moral externa. Cria-se um personagem público que promete retidão total, mas que não consegue sustentar, na vida real, a imagem que vende.

O resultado é dissonância, culpa, ocultamento e, não raro, escândalos que emergem quando a estrutura de proteção falha.
A escritora brasileira Micheliny Verunschk sintetizou essa crítica ao afirmar que o uso político da fé afasta as pessoas do sentido mais profundo da religião, chamando atenção para o modo como autoridades instrumentalizam crenças em benefício de agendas e narrativas de poder.

Essa observação é decisiva porque desloca o debate do espetáculo para o núcleo do problema. O que se apresenta como defesa da religião pode, na prática, produzir o efeito inverso, digo, corroer a experiência religiosa, transformando-a em marca identitária de massa e em escudo retórico.

Há ainda um dano institucional adicional. Quando a política é vestida de missão religiosa, o adversário deixa de ser apenas oponente e passa a ser inimigo moral. Nesse ambiente, o contraditório vira ofensa, a crítica vira perseguição e a democracia perde o chão, porque democracia depende de pluralismo, tolerância e alternância.

O Estado laico, nesse quadro, não é hostilidade à religião. Ele é a garantia jurídica de que nenhuma fé será convertida em critério de cidadania e de que a política será orientada por interesse público, evidência, responsabilidade e resultados concretos.

Por isso, a análise precisa ser feita sem lado. O problema não é a fé, nem a presença de pessoas religiosas na política, nem a liberdade de expressão religiosa. O problema é a instrumentalização da religião como tecnologia de poder e a transformação da moral em arma seletiva, usada para acusar o outro e nunca para conter a si mesmo.

Quando a ética vira marketing e a espiritualidade vira palanque, perde-se a política, a religião e a sociedade, que fica com menos diálogo e mais manipulação.

Por hoje ficamos por aqui. Até breve!!

SÃO LUIS SEDIARÁ CONGRESSO NACIONAL DE PSICOPEDAGOGIA COM APOIO DO VEREADOR ASTRO DE OGUM

São Luís será palco do XII Congresso de Psicopedagogia Popular do Brasil, que acontecerá de 24 a 26 de julho, no Multicenter Sebrae, no Cohafuma, reunindo profissionais de diversas regiões do país para debater inclusão escolar, diagnóstico e intervenção em casos de TDAH e dificuldades de aprendizagem. O evento contará com o apoio do vereador Astro de Ogum (PCdoB), que recebeu a comissão organizadora na manhã desta segunda-feira (23).

Representantes do Sindicato Nacional dos Psicopedagogos do Brasil estiveram no gabinete do parlamentar para apresentar oficialmente o projeto e formalizar pedido de parceria institucional. O apoio pleiteado inclui divulgação do evento, estrutura de coffee break e realização de apresentação cultural durante a programação.

De acordo com a diretora de mobilização em São Luís, Simone Miranda, o congresso deverá reunir aproximadamente 300 participantes e representa um marco para a categoria na capital. “A realização do evento em nossa cidade fortalece os profissionais da psicopedagogia e toda a rede de educação. O apoio institucional é fundamental para garantir a dimensão e a estrutura necessárias”, afirmou.

Simone acrescentou que o congresso irá promover debates sobre práticas inclusivas, avaliação psicopedagógica e fortalecimento do vínculo entre escola, família e comunidade, contribuindo diretamente para a melhoria das políticas públicas educacionais.

Ao receber a comissão, Astro de Ogum destacou “a importância da formação continuada e do fortalecimento das iniciativas voltadas à inclusão escolar”. O parlamentar garantiu apoio às demandas apresentadas e ressaltou que eventos de alcance nacional ampliam o protagonismo de São Luís no cenário educacional brasileiro.

HELENA DUAILIBE PARTICIPA DA INAUGURAÇÃO DO CAPS AD III NO BAIRRO DO JOÃO PAULO

Parlamentar destacou a importância do novo equipamento de saúde para a região

Ao lado de Carlos Brandão, Helena Duailibe durante a inauguração do CAPS AD III, no João Paulo

Na última quinta-feira (19), a deputada Helena Duailibe (PP) participou, ao lado do governador Carlos Brandão, da inauguração do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD III), no bairro João Paulo, em São Luís.

Ex-moradora da comunidade, a parlamentar destacou, durante seu discurso, a importância do novo equipamento de saúde para a região e agradeceu ao governador pela iniciativa.

“Hoje é um motivo de alegria para o nosso bairro João Paulo. O governador Carlos Brandão traz um serviço muito importante, que é o CAPS AD III. Como ex-moradora deste bairro e em nome do meu pai, quero agradecer também como médica, pois será um lindo trabalho de ressocialização e de cuidado com a saúde mental das pessoas que enfrentam a dependência de drogas e álcool”, afirmou.

A unidade funcionará em regime de 24 horas, inclusive no período noturno, finais de semana e feriados. O serviço atuará no manejo de crises, no acolhimento noturno e no acompanhamento contínuo dos usuários, com base no cuidado em liberdade, na atenção psicossocial territorial e na estratégia de redução de danos.

O CAPS AD III contará com até oito leitos de acolhimento noturno, destinados exclusivamente a usuários já acompanhados pelo serviço. A permanência será de curta duração e mediante indicação clínica da equipe, não se caracterizando como internação hospitalar, mas como recurso terapêutico transitório dentro da atenção psicossocial.

A estrutura física da unidade inclui oito leitos de acolhimento noturno, posto de enfermagem, farmácia, salas de atendimento individual e multiprofissional, sala de acolhimento inicial, espaço para atendimento familiar e em grupo, sala para oficinas terapêuticas, sala multimídia para recursos terapêuticos, refeitório, área de convivência, banheiros adaptados e setores administrativos.

Com a entrega do novo equipamento, o Governo do Estado reforça a rede de saúde mental e amplia o acesso ao tratamento humanizado para pessoas com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas.

”Mundinha Araújo: Farol da Resistência” ilumina desfile técnico da Turma de Mangueira

Assinado pelos carnavalescos Itamilson Lima e pelo carioca Cristiano Bara, o desfile da Turma de Mangueira levou à Passarela do Samba Chico Coimbra uma narrativa centrada na memória, identidade e resistência cultural. Com o enredo “Mundinha Araújo: Farol da Resistência”, a escola transformou a trajetória da homenageada em construção carnavalesca consistente e visualmente organizada.

O ápice ocorreu no último carro alegórico, quando Mundinha Araújo, aos 82 anos, cantava cada verso do samba que narrava sua própria história. “Ver minha caminhada ser cantada na avenida, dentro de uma escola tão tradicional do Maranhão, é uma emoção que não cabe em palavras. É o reconhecimento da nossa cultura”, declarou.

Fundada em 1928, com mais de nove décadas de história, a agremiação do bairro do João Paulo , reconhecido como berço da cultura maranhense , apresentou um conjunto tecnicamente consistente e se consolida como forte concorrente ao primeiro título de sua trajetória.

Terceira escola a se apresentar na sexta-feira (19), primeiro dia de desfiles, a Mangueira entrou na avenida já após as 3h, sob o tradicional grito de guerra e uma chuva de fogos que iluminou o Anel Viário.

Antes da entrada oficial, um problema técnico na iluminação provocou atraso superior a uma hora e meia. Itamilson Lima, que também preside a Liesma, pediu desculpas ao público e afirmou que não iniciaria a apresentação enquanto a iluminação não estivesse completamente restabelecida. “Isso aqui tem a ver com respeito à escola e à comunidade”, destacou.

Na mesma manifestação, registrou agradecimento ao Governo do Estado pela antecipação de 100% do cachê das brincadeiras, medida que permitiu à escola investir com planejamento e buscar materiais em outros centros. Também destacou o apoio do vereador Astro de Ogum(PCdoB), patrono da agremiação, ressaltando que a contribuição financeira e institucional foi determinante para a preparação do Carnaval.

Superada a questão técnica, o conjunto revelou segurança na pista. A harmonia sustentou o samba com regularidade, a evolução manteve alinhamento e cadência, e a bateria foi um dos pontos altos da apresentação.

Sob a condução da rainha e da madrinha, apresentou andamento firme e forte presença cênica. Os casais de mestre-sala e porta-bandeira desfilaram com fantasias luxuosas e execução precisa. O encerramento ocorreu por volta das 4h15, com a tradicional ala das baianas fechando o desfile.

DEPUTADA HELENA DUAILIBE DESTACA LEGADO E PARABÉNIZA ARCEBISPO EMÉRITO  DE SÃO LUÍS, DOM BELISÁRIO DA SILVA.

 

A deputada estadual Helena Dualibe, parabenizou, nesta quinta-feira (19), o bispo emérito da Arquidiocese de São Luís, Dom Belisário da Silva, pelos seus 26 anos de ordenação episcopal.

Helena Duailibe destacou o legado de de Dom Belisário., marcados pela evangelização, diálogo e compromisso com a justiça e a paz.

“Que Deus continue abençoando sua missão e sua trajetória marcada pela fé, dedicação e serviço ao povo de Deus. Em 2025, tive a honra de homenageá-lo com a Medalha Manuel Beckman, a mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Maranhão.
Dentro desses 26 anos de episcopado, foram 16 anos dedicados à Igreja de São Luís, deixando um legado de evangelização, diálogo e compromisso com a justiça e a paz”, destacou.

“Nossa gratidão e reconhecimento por toda sua história e contribuição à Igreja e ao Maranhão”, finalizou a deputada Helena Duailibe.