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IRACEMA VALE DESTACA MATURIDADE INSTITUCIONAL E COMPROMISSO COM O MARANHÃO NA ABERTURA DOS TRABALHOS LEGISLATIVOS

Presidente da Assembleia afirmou que a gestão atravessou desafios inéditos nos últimos anos, mas que a resposta da instituição foi pautada pelo equilíbrio

Iracema Vale fez um balanço da condução administrativa e política da Alema e afirmou que o Parlamento jamais permitiu que o interesse coletivo fosse substituído por disputas pessoais

Em sessão solene realizada nesta segunda-feira (02), a Assembleia Legislativa do Maranhão deu início aos trabalhos da 4ª Sessão Legislativa da 20ª legislatura. Em discurso de abertura, a presidente da Casa, deputada Iracema Vale (PSB) deu um tom de resiliência e foco na estabilidade democrática, reafirmando o papel do Parlamento como pilar fundamental de sustentação do Estado.

Primeira mulher a comandar o Legislativo maranhense, Iracema Vale destacou que a gestão atravessou desafios inéditos nos últimos anos, mas que a resposta da instituição foi pautada pelo equilíbrio. A parlamentar afirmou que o que trouxe a Casa até este momento não foi o silêncio ou o improviso, mas uma decisão consciente de manter a instituição de pé e respeitada, mesmo diante de tentativas de conflito.

Durante o pronunciamento, a presidente da Alema fez um balanço da condução administrativa e política da Assembleia, enfatizando que o Parlamento jamais parou suas atividades ou permitiu que o interesse coletivo fosse substituído por disputas pessoais.

“A modernização da Casa, o resgate da memória institucional e a valorização dos servidores aproximaram o Legislativo da vida real dos maranhenses”, pontuou.

Presidente Iracema Vale, governador Carlos Brandão e secretário Vinícius Ferro durante ato de entrega da Mensagem Governamental

Responsabilidade

Segundo ela, a gestão transformou pressão em responsabilidade e ruído em método, consolidando uma maturidade institucional que permite à Assembleia atravessar o tempo sem perder seu eixo ou recorrer a espetáculos desnecessários.

Reconhecendo que 2026 é um ano decisivo e marcado pelo calendário eleitoral, Iracema Vale fez um apelo aos seus pares para que as urgências do povo não sejam negligenciadas. “Quem espera por saúde, educação e dignidade não pode aguardar o desfecho das urnas, o Maranhão não entra em recesso social”, disse.

Iracema Vale defendeu que este seja um ano de debates firmes e divergências claras, porém respeitosas, onde a política seja feita com coragem e sem ressentimentos. A deputada garantiu que sua condução seguirá pautada pelo diálogo aberto e pelo trabalho contínuo, reiterando que presidir o Poder Legislativo nunca foi um exercício de vaidade, mas um compromisso com a sustentação da democracia.

Ao declarar oficialmente abertos os trabalhos legislativos, Iracema Vale encerrou sua fala reafirmando o compromisso com os maranhenses que mais precisam da atuação parlamentar.

“A Assembleia chega ao seu quarto ano de gestão madura e à altura de seu papel histórico, pronta para enfrentar os desafios do ano com serenidade e grandeza”, concluiu.

DEPUTADA HELENA DUAILIBE FALA SOBRE ABERTURA DOS TRABALHOS LEGISLATIVOS E EXALTA A BANCADA FEMININA

Parlamentar abordou o papel das mulheres no Legislativo estadual e destacou a desenvoltura e a segurança das deputadas na defesa de suas pautas

A deputada Helena Duailibe (PP) foi a entrevistada desta última segunda-feira (2) no programa ‘Pautas Femininas’, que foi ao ar pela Rádio Assembleia. Na oportunidade, a entrevistada falou sobre o início dos trabalhos legislativos de 2026, expectativas para o novo ano parlamentar e a participação das mulheres neste contexto.

“É o trabalho legislativo que desenha ações e políticas públicas para o nosso estado, e nossa expectativa é muito boa, especialmente quando se tem um governo que trabalha fortemente pela população e, à frente da Assembleia, uma mulher com muita sensibilidade, que é a presidente Iracema Vale. Vamos trabalhar para que nossa Assembleia seja um exemplo de dignidade e respeito para atingir quem mais precisa da gente, que é a população” disse a deputada.

Na entrevista concedida a Josélia Fonseca, Helena Duailibe exaltou a bancada feminina e a desenvoltura das mulheres parlamentares, sob a liderança de Iracema Vale. “São mulheres muito seguras de suas pautas e, com certeza, nosso grande desafio este ano, será fortalecer outras lideranças para fazermos políticas públicas em benefício das mulheres, por isso é importante termos o feminino em espaços de poder”, destacou a parlamentar.

A deputada frisou ainda o dinamismo da mulher, que tem de lidar com muitas questões, como o lado profissional, administração da casa, a criação dos filhos e outras questões que, tradicionalmente, são designadas às mulheres. “Cada dia mais, as mulheres ocupam outros espaços, com responsabilidade e com sensibilidade próprias”.

Sobre seus projetos para 2026, Helena Duailibe destacou trabalhos voltados para o fortalecimento das mulheres nos esportes, em especial no futebol; estimular as lideranças femininas, bem como reforçar o elo entre a Assembleia Legislativa e o Terceiro Setor para potencializar projetos sociais e o empreendedorismo.

INÉRCIA ESTATAL MANTÉM CASO TAINÁ SOUSA PARADO HÁ 180 DIAS

 _Conflito de competência e inconsistências probatórias mantêm processo sobrestado e impõem punição prática sem julgamento_


O caso envolvendo a influenciadora Tainá Sousa tornou-se um exemplo concreto de como a indefinição institucional pode produzir punição prática sem julgamento. Passados 180 dias, completados ontem(01), o procedimento permanece sobrestado por impasse de competência não resolvido e sem decisão capaz de estabilizar a situação jurídica, profissional e econômica da influenciadora.

A investigação teve início a partir da apuração sobre jogos de azar e apostas ilegais, com tentativa de enquadramento no crime de organização criminosa, além de imputações de lavagem de dinheiro. Nesse contexto, a autoridade policial representou pela adoção de medidas cautelares, entre elas busca e apreensão, suspensão do uso das redes sociais, bloqueio de bens e valores e prisão preventiva.

Na primeira análise judicial, o pedido de prisão foi indeferido, diante da ausência dos requisitos legais para a medida extrema, tendo sido deferidas apenas as cautelares menos gravosas. Posteriormente, a partir da interpretação de uma suposta “lista” extraída dos aparelhos apreendidos e da alegada alteração do perfil da investigada para privado, houve a renovação do pedido de prisão preventiva, que acabou sendo decretada.

A custódia, contudo, não resistiu ao controle jurisdicional. Em menos de 40 dias, o Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus por unanimidade, reconhecendo a fragilidade do conjunto probatório e determinando a expedição de alvará de soltura.

Ao longo do procedimento, a própria indefinição institucional passou a ser alimentada por inconsistências na formação da base fática da investigação, marcada pela ausência de clareza e solidez suficientes para sustentar as imputações formuladas. Essa deficiência acabou por gerar insegurança jurídica, inclusive para as autoridades responsáveis pela análise e pelo julgamento do caso, contribuindo diretamente para a paralisação do feito.

*Central de Garantias x Vara Colegiada:*
O núcleo do problema reside na definição da competência jurisdicional. Inicialmente, os pedidos foram direcionados à Central de Garantias, sob a tese de associação criminosa. Dias depois, o próprio Ministério Público indicou que os fatos se aproximariam de organização criminosa, o que motivou a remessa dos autos à Vara Colegiada Especializada.

No juízo especializado, cerca de 90 dias depois, o órgão ministerial manifestou-se no sentido de que não estavam presentes os requisitos legais para a configuração de organização criminosa, afirmando, portanto, que também não seria competente. A partir desse posicionamento, instaurou-se um conflito negativo de competência.

Desde então, a Procuradoria de Justiça tem sido intimada reiteradas vezes para se manifestar sobre a controvérsia, permanecendo silente. O resultado prático é a paralisação do processo por absoluta inércia institucional, alheia à conduta da investigada.

*Possibilidade de nulidade dos atos praticados:*
A definição do conflito de competência é elemento central para a validade dos atos processuais já praticados. Caso venha a ser declarada a competência do órgão Especializado em Crime Organizado, os atos decisórios anteriormente proferidos pela Central de Garantias tendem a ser considerados emanados de juízo incompetente, impondo a nulidade.

O cenário se agrava diante do fato de que o próprio Ministério Público já afastou, em momento posterior, a existência dos requisitos legais de organização criminosa, fragilizando a base jurídica das medidas cautelares deferidas no início da persecução e projetando efeitos diretos sobre os atos processuais.

*Penalização sem sentença:*
Embora formalmente liberada para utilizar suas redes sociais desde dezembro, a indefinição jurídica produziu efeitos concretos sobre a vida profissional de Tainá Sousa. Diante da ausência de decisão clara e estável, para respeitar o primado da lei, a influenciadora não vem usando a plataforma.

Na prática, essa postura vem impedindo a influencer de firmar contratos, cumprir agendas profissionais e participar de eventos nacionais e internacionais relevantes para sua carreira, entre eles convites oficiais para o Baile da Vogue e para a Milão Fashion Week, que representam projeção internacional, consolidação profissional e fonte direta de renda, fazendo com que o prejuízo seja real e contínuo.

*O paradoxo das bets:*
As apostas de quota fixa foram formalmente legalizadas pela Lei nº 13.756/2018 e tiveram sua regulamentação consolidada pela Lei nº 14.790/2023, que submeteu o setor à autorização, fiscalização e tributação pelo Estado, sob responsabilidade do Ministério da Fazenda. Trata-se de atividade lícita, regulada e amplamente explorada no país.

O mesmo mercado patrocina o esporte nacional e grandes eventos culturais. Ainda assim, a publicidade relacionada às apostas tem sido utilizada, em determinados contextos, como fundamento para restrições severas, criando contradição regulatória entre o que o Estado autoriza, tributa e, pontualmente, reprime.

Para a defesa, o desfecho jurídico do caso tende a ser previsível, uma vez que o devido processo legal não se submete ao julgamento popular nem ao clamor social.

“O chamado jus esperniandi, isto é, o direito de espernear, divergir, criticar ou manifestar inconformismo, é cabível de forma ampla a qualquer cidadão fora dos autos. No âmbito do processo, contudo, esse direito não pode orientar decisões. Julgar exige coragem institucional para aplicar a lei, ainda que o resultado contrarie narrativas ou pressões externas. O Direito não é profissão para covardes.”

Enquanto essa coragem não se manifesta e o sistema se autoprotege, empurrando responsabilidades de um órgão para outro, o custo da omissão continua sendo suportado por Tainá Sousa.
“Vamos aguardar para ver até quando a legalidade precisará permanecer em espera”, finalizou a defesa da influencer maranhense.

DO MARANHÃO PARA A MAIOR METRÓPOLE DO PAÍS: CLÁUDIO CARVALHO LEVA A GRIFE MARANHENSE CLAUDIAN CARVALLY A SÃO PAULO

Designer de sapatos Cláudio Carvalho

A moda autoral brasileira ganha um novo e potente capítulo na capital paulista. O estilista maranhense Cláudio Carvalho oficializa a chegada da grife Claudian Carvally a São Paulo com a inauguração de seu ateliê, levando a identidade, a criatividade e a força do Maranhão para o maior centro fashion do país.

A inauguração aconteceu em uma celebração intimista e sofisticada, reunindo nomes expressivos do entretenimento e da moda nacional. Entre os destaques da noite esteve Walerio Araújo, estilista renomado e finalista do reality A Fazenda 17, cuja trajetória ousada e autoral dialoga diretamente com o DNA criativo da Claudian Carvally.

Walério Araújo, Cláudio Carvalho, Duda Wendling e Luis Otávio Mesquita

Também marcaram presença os ex-participantes do reality Luís Mesquita e a vice-campeã Duda Wendling, que celebraram a chegada da grife maranhense à capital paulista. Ao lado do filho, esteve presente Nice Coelho, mãe de Luís Mesquita, prestigiando o evento e reforçando o clima acolhedor e especial da noite.

Outro nome que chamou atenção foi Natália Deodato, ex-participante do BBB 22, que mantém uma relação criativa próxima com a marca. Natália e Claudian Carvally assinam juntos uma collab exclusiva de calçados, apresentada como uma extensão do universo autoral da grife — unindo design, identidade e representatividade, e fortalecendo o posicionamento contemporâneo da marca no cenário fashion.

Raiana Sousa e Cláudio Carvalho

Mais do que uma inauguração, o evento simboliza a consolidação de uma trajetória que já vinha ganhando destaque em São Paulo desde a participação da grife na São Paulo Week 2025 (SPW), em uma colaboração marcante com o estilista Walerio Araújo. A apresentação levou à passarela paulista uma moda autoral com essência maranhense, marcada por sofisticação, ousadia e identidade cultural.

Com o novo ateliê, Cláudio Carvalho reafirma que a moda feita no Maranhão atravessa fronteiras, ocupa novos territórios e conquista seu espaço definitivo na maior metrópole do país.

Nice Mesquita, Cláudio Carvalho, Duda Wendling e Luis Otávio Mesquita

A felicidade está onde a colocamos – Parte I

Por *Itamargarethe Corrêa Lima* – Jornalista, radialista e advogada. Pós-graduada em Direito Tributário, Direito Penal e Processo Penal. Pós-graduanda em Direito Civil, Processo Civil e Docência do Ensino Superior.


Hoje, em mais um dos nossos encontros, propõe-se uma reflexão essencial sobre a forma como a felicidade é compreendida, buscada e situada na vida cotidiana. A ideia central é examinar por que, em muitos momentos, esse sentimento é projetado para além do presente, como se o agora fosse sempre insuficiente para sustentar uma experiência legítima de plenitude.

A felicidade está onde a colocamos, mas nem sempre coincide com o lugar em que se vive. Essa constatação revela um dos dilemas mais recorrentes da experiência humana: a tendência de deslocar a sensação de bem-estar para fora do tempo presente, tratando o agora como um espaço provisório e incompleto.

Antes de qualquer definição externa, trata-se de um estado interior. Não se confunde com euforia permanente nem pode ser reduzido a um reflexo automático das circunstâncias que cercam o indivíduo.

Esse estado se constrói a partir da relação que cada pessoa estabelece consigo mesma, com suas escolhas, valores e limites. Por essa razão, não pode ser transferido a terceiros nem atribuído à responsabilidade de outras pessoas, sob pena de se converter em dependência emocional e frustração contínua.

Quando essa condição interna é colocada nas mãos alheias, instala-se o risco de viver refém de expectativas externas.
O mesmo ocorre quando a realização pessoal é condicionada exclusivamente a conquistas materiais, status ou bens, tornando-se instável e vulnerável, pois passa a depender de fatores que, por natureza, são transitórios.

Pessoas, situações e circunstâncias mudam, e nenhuma delas consegue sustentar, de forma duradoura, aquilo que deveria ser edificado de dentro para fora.
Com frequência, projeta-se o contentamento para o futuro, vinculando-o a uma conquista profissional, à estabilidade financeira ou ao reconhecimento social.

Em outros momentos, esse sentimento é deslocado para o passado, associado a uma fase idealizada que já não existe. Em ambas as hipóteses, o presente perde significado e passa a ser vivido como um tempo de espera, no qual a vida parece sempre começar depois.

Esse deslocamento contínuo produz insatisfação e frustração. Mesmo diante de avanços concretos, a sensação de plenitude permanece distante, pois o critério para alcançá-la está sempre condicionado a algo que ainda falta.

Vive-se orientado pela ausência, e não pela presença, alimentando uma percepção constante de incompletude, ainda que o percurso seja marcado por esforço e progresso.

Por hoje, ficamos por aqui, mas na próxima semana aprofundaremos a reflexão sobre a importância do presente como espaço fundamental de existência, consciência e responsabilidade na construção do bem-estar. Até breve!!

DRA. ROBERTA DUAILIBE ALERTA, PARA A PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA OBESIDADE.

Endocrinologista lembrou que obesidade não é só questão de estética e, sim, uma inflamação contínua no corpo que pode levar a complicações na saúde 

A jornalista Elda Borges conversou com a endocrinologista Roberta Duailibe no Café desta quarta-feira

O programa “Café com Notícias”, da TV Assembleia, conversou, nesta quarta-feira (21), com a médica endocrinologista, Roberta Duailibe, sobre obesidade e doenças metabólicas. Em entrevista à jornalista Elda Borges, a especialista falou  sobre as doenças metabólicas e deu orientações sobre cuidados preventivos e formas de tratamento.

Dados estatísticos mostram que a obesidade parece ser um mal do mundo inteiro e não apenas no Brasil. A Federação Nacional de Obesidade já detectou que cerca de 25% da população está acima do peso, inclusive as crianças a partir dos 5 anos de idade.

Inicialmente, Roberta Duailibe disse que se vive uma epidemia mundial de obesidade e alertou para a necessidade de se conscientizar a população sobre a importância de se prevenir e tratar essa doença metabólica.

“A obesidade não é apenas uma gordurinha a mais, uma questão de estética, mas uma inflamação contínua no corpo. Isto tem um impacto muito grande no corpo. E a gente precisa tomar cuidados porque, a longo prazo, isso leva a muitas complicações de saúde. Temos percebido um aumento da prevalência da obesidade infantil”, ressaltou.

A médica atribui como causas da obesidade infantil, dentre outros fatores, as mudanças de hábitos no mundo moderno, seja pelo uso dos alimentos ultraprocessados, que têm alto índice calórico, gordura saturada e muito açúcar, o que leva as crianças a quererem comer mais.

“Hoje, as crianças ficam mais tempo diante da tv ou tablet, ou seja, mais expostas a fatores estimulantes ao consumo desses alimentos e com pouca prática de atividades físicas. Dessa forma, a obesidade já se apresenta desde a infância e vai se perpetuar pela vida adulta”, alertou.

Bons hábitos

Roberta Duailibe disse que a gente precisa ter bons hábitos ao longo da vida inteira, desde a infância, adolescência à vida adulta e que a obesidade é uma doença multifatorial.

“Temos a questão da alimentação, falta de atividade física e a genética como alguns fatores que levam à obesidade. E o sono também influencia. Quanto antes se implementar bons hábitos, maiores chances teremos de impedir a obesidade. Mas pode acontecer que, mesmo com as práticas de bons hábitos, apareça a obesidade em crianças”, esclareceu.

NATÁLIA DA SILVA É COROADA MISS UNIVERSE MARANHÃO 2006

Miss Universe Maranhão Natália da Silva e o Coordenador estadual Márcio Prado

É com grande prazer que anunciamos Natália da Silva como a nova Miss Universe Maranhão. A candidata foi escolhida por unanimidade pela coordenação nacional em conjunto com a coordenação estadual para representar o Estado do Maranhão no Miss Universe Brasil que acontecerá em abril com transmissão pela Record Plus.

O Miss Maranhão Oficial é o maior concurso de beleza do Estado e tem como propósito valorizar não apenas a estética mas também a força, a representatividade e a identidade cultural maranhense. A escolha de Natália reflete esses valores, destacando sua presença, postura e capacidade de representar o Maranhão em nível nacional.

Com carisma, elegância e comprometimento, Natália da Silva assume o título com a missão de levar a essência maranhense ao cenário do Miss Universe Brasil, fortalecendo a visibilidade do Estado e inspirando novas gerações.
A coordenação do concurso é realizada pelo Studio Márcio Prado, referência na produção de eventos e concursos de beleza no Maranhão.

O VAZIO EXISTENCIAL NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA – PARTE II

Por *Itamargarethe Corrêa Lima* – Jornalista, radialista e advogada. Pós-graduada em Direito Tributário, Direito Penal e Processo Penal. Pós-graduanda em Direito Civil, Processo Civil e Docência do Ensino Superior.

Ao debate iniciado na semana passada, soma-se agora uma análise mais aprofundada sobre como os conflitos morais, a ausência de transcendência e a ruptura entre ciência e consciência impactam diretamente a saúde mental e emocional do indivíduo contemporâneo.

Nesse percurso, observa-se que conflitos morais recorrentes tendem a converter-se em disfunções psíquicas. A culpa prolongada transforma-se em ruminação mental; a inveja, em comparação constante; o orgulho ferido, em frustração crônica. A mente eticamente desajustada, submetida a esses estados, passa a adoecer também no plano neuroquímico.

A depressão, portanto, não se limita a um diagnóstico clínico. Em muitos casos, manifesta-se como sintoma ético e espiritual do tempo presente, refletindo a perda de propósito, o enfraquecimento da transcendência e o afastamento de valores humanos essenciais, como solidariedade, amor e sentido existencial.

Na ausência de ideais elevados, o cérebro busca compensações imediatas, como consumo excessivo, status social e estímulos digitais. Essas recompensas, entretanto, são breves e instauram um ciclo de gratificação e frustração semelhante ao observado nas dependências químicas, aprofundando o vazio interior e a sensação de insuficiência permanente.

A convergência entre ciência, filosofia e espiritualidade conduz a uma constatação comum: as doenças da alma, muitas vezes, antecedem as enfermidades do corpo. A ciência contemporânea confirma que estados mentais e morais exercem influência direta sobre a fisiologia cerebral. A recuperação integral, portanto, exige não apenas intervenção clínica, mas também reorganização interior, ética e existencial.

Uma sociedade verdadeiramente orientada pelo conhecimento deveria ser, igualmente, uma sociedade da consciência. O saber técnico dissociado da sabedoria moral conduz à alienação. A tecnologia, quando desprovida de ética e limites, não emancipa; ao contrário, aprofunda o sofrimento humano e amplia a sensação de vazio.

Integrar neurociência, ética e espiritualidade revela-se, assim, um caminho necessário. É preciso compreender o cérebro para libertar a mente; e compreender a mente para purificar o ser. Práticas como autoconhecimento, empatia, meditação e vivência do bem demonstram efeitos positivos comprovados, fortalecendo a resiliência emocional, reduzindo o estresse e promovendo maior equilíbrio psíquico.

A saúde mental, nesse contexto, não se configura apenas como objetivo terapêutico, mas como conquista moral urgente. A ciência oferece diagnósticos e dados precisos; contudo, apenas a consciência ética e o exercício dos deveres morais são capazes de oferecer sentido e promover cura duradoura.

Os males da alma funcionam, portanto, como sinais de alerta da própria condição humana, indicando o desequilíbrio entre saber e ser, inteligência e amor, individualismo e coletividade. O futuro da humanidade — e da saúde mental — depende da integração cooperativa entre ciência, ética e espiritualidade, para que o conhecimento ilumine não apenas o intelecto, mas também o coração.

Por hoje, ficamos por aqui. Na próxima semana, nos encontraremos novamente. Até breve.

JUSTIÇA PROÍBE DEPUTADO YGLESIO MOISÉS DE GRAVAR VÍDEOS IMPUTANDO CRIMES À INFLUENCIADORA TAINÁ SOUSA

O juízo da 13ª Vara Cível da Comarca de São Luís concedeu parcialmente tutela de urgência em ação inibitória e determinou que o deputado estadual Yglesio Moisés se abstenha de gravar e divulgar vídeos imputando crimes à influenciadora digital Tainá Sousa, em redes sociais ou por qualquer meio de comunicação, especialmente quanto a fatos que não tenham sido objeto de sentença penal condenatória transitada em julgado.

Na decisão, o juízo reconheceu que as últimas publicações atribuíram à autora condutas criminosas de forma categórica, como suposta participação em lavagem de dinheiro e envolvimento com jogos ilícitos, sem respaldo em decisão judicial definitiva, violando a presunção de inocência e os direitos fundamentais à honra e à imagem.

Conforme consignado, a liberdade de expressão e o direito à informação, embora constitucionalmente assegurados, não possuem caráter absoluto, encontrando limites nos direitos da personalidade, no devido processo legal e na presunção de inocência. A imputação pública de crimes como fatos consumados, quando ainda pendentes de apuração pelos órgãos competentes, extrapola o exercício legítimo da manifestação de opinião.

Ao comentar a decisão, a defesa destacou que o Judiciário foi claro ao reafirmar os limites jurídicos da atuação pública, ressaltando que “ninguém, independentemente do cargo que ocupe ou da projeção pública que possua, está autorizado a atribuir condutas criminosas a terceiros como se fatos consumados fossem”.

Diante disso, foi determinada a abstenção imediata de gravar e divulgar vídeos imputando crimes à autora, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00, limitada a 30 dias, em caso de descumprimento da ordem judicial.

A decisão reforça que ninguém está acima do princípio da legalidade e, conforme ressaltou a defesa, “o processo seguirá seu curso regular, sempre com respeito à legalidade, ao contraditório e às garantias constitucionais”.