
Alterações nos batimentos cardíacos do bebê podem ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem durante a gestação. Eles estão entre os primeiros sinais de sofrimento do bebê ainda no útero. Uma tecnologia utilizada pela Hapvida permite acompanhar esses sinais em tempo real e alertar equipes médicas para intervenções mais rápidas. Atualmente, 98,23% das pacientes elegíveis já são acompanhadas pelo sistema, o maior índice registrado pela companhia.
O resultado demonstra a maturidade do projeto e reforça o compromisso da empresa com uma assistência obstétrica cada vez mais segura, precisa e baseada em dados. Nos últimos dez meses, de julho de 2025 a abril de 2026, o indicador se manteve sempre acima de 97%.
O equipamento, chamado Safe Baby, desenvolvido em parceria com o Senai, utiliza tecnologia para identificar alterações como bradicardia, taquicardia e desaceleração. Com transmissão de dados em tempo real e integração ao prontuário eletrônico, especialistas acompanham o estado de saúde do bebê e podem tomar decisões mais rápidas e assertivas.
“O Projeto BCF nasceu da convicção de que tecnologia e assistência humana, quando caminham juntas, salvam vidas. Alcançar mais de 98% de cobertura demonstra nosso compromisso em oferecer um cuidado obstétrico cada vez mais seguro, eficiente e centrado na paciente”, afirma Izabela de Sousa Martins, enfermeira obstétrica e gerente de enfermagem da Hapvida.
Protocolo a serviço da segurança
São elegíveis para o monitoramento todas as gestantes com idade gestacional igual ou superior a 30 semanas e feto vivo, durante o período de internação. A execução é de responsabilidade do enfermeiro, que acompanha presencialmente cada procedimento, garantindo a qualidade técnica e a segurança do dado clínico.
“Manter o indicador acima de 97% por dez meses consecutivos é resultado de um protocolo estruturado, aliado ao comprometimento das equipes e à padronização dos processos assistenciais. Essa consistência fortalece nossa capacidade de seguir elevando o padrão da assistência”, complementa Ana Caroline Pizzolitto, enfermeira obstétrica e gerente de enfermagem da Hapvida.